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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Encontramos fósseis em Marte? - Jornal folha de São Paulo - Blog Mensageiro Sideral

Encontramos fósseis em Marte?

POR SALVADOR NOGUEIRA

05/01/15

Analisando imagens de arquivo obtidas pelo jipe robótico Curiosity, da Nasa, uma pesquisadora nos Estados Unidos diz ter encontrado possíveis sinais de fósseis marcianos.
Imagem obtida pelo Curiosity em 2013 pode conter registros fósseis marcianos. Será? (Crédito: Nasa)
É isso mesmo que você leu. Nora Noffke, geobióloga da Old Dominion University, em Norfolk (EUA), apresentou a arrojada hipótese num artigo publicado on-line pelo periódico “Astrobiology”. Segundo ela, algumas das rochas fotografadas pelo rover parecem ter marcas similares às deixadas por colônias de bactérias na Terra, conhecidas genericamente pela sigla inglesa Miss (estruturas sedimentares induzidas por micróbios). São como “tapetes” macroscópicos criados pelas minúsculas criaturas ao ocupar uma determinada rocha.

Noffke é especialista nesse tipo de fóssil. Foi ela a principal autora do trabalho que identificou os mais antigos traços inquestionáveis de vida em nosso planeta, encontrados na Austrália. Eles têm 3,48 bilhões de anos de idade. Já as rochas marcianas que ela analisou agora foram avistadas pelo Curiosity em dezembro de 2012, quando ele chegou à formação geológica batizada de Baía Yellowknife, no interior da cratera Gale. Análises feitas pelo jipe mostram que ali houve um lago marciano que durou pelo menos até 3,7 bilhões de anos atrás, quando se formaram os sedimentos da rocha conhecida como Lago Gillespie, inspecionada visualmente pela cientista. Ou seja, estamos falando de estruturas que parecem ter sido formadas por bactérias num local em que essas criaturas de fato podem ter proliferado. Convenhamos, não parece nada absurdo.
Veja o que diz Noffke: “Na Terra, se essas Miss ocorressem com esse tipo de associação espacial e sucessão temporal, elas seriam interpretadas como o registro de crescimento de um ecossistema dominado por micróbios que viveu em corpos d’água que mais tarde secaram completamente.”

VERIFICAÇÃO

Apesar da premissa convincente e das exaustivas comparações entre formações similares em Marte e na Terra, Noffke alerta: por ora, trata-se apenas de uma hipótese, que ainda precisa ser posta à prova e com isso ser confirmada ou refutada.
Essa, aliás, é a principal razão para que você não acredite cegamente em histórias de gente que vê pirâmides, animais e até seres humanos em fotos marcianas. É muito fácil “enxergar” padrões em cenários naturais — nosso cérebro é programado para identificar tudo que passa pelos olhos com formas familiares. Por isso também vemos coisas em nuvens. Mas, para confirmar qualquer percepção subjetiva, é preciso realizar novas observações, com métodos diferentes. Um exemplo bom é a famosa “Face de Marte”, em Cydonia. Uma imagem obtida pela sonda Viking em 1976 parecia revelar um rosto esculpido no planeta vermelho. Mas só parecia. Posteriormente, outra imagem da Viking e uma obtida pela orbitadora Mars Global Surveyor em 2001 sob outro ângulo de iluminação do Sol fizeram a “face” sumir. Era só uma montanha comum mesmo. Quer outro exemplo? Aposto que você enxergou dois olhos de um crânio na primeira imagem que ilustra essa matéria… Como dizia Carl Sagan, “afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias”. Não acredite nas aparências e nas explicações fáceis. Sempre verifique os fatos e submeta-os a testes alternativos. Esse não é um bom conselho só para a ciência. É excelente para a vida cotidiana também.)

Infelizmente, o Curiosity já está muito longe da Baía Yellownkife e não terá como fazer análises adicionais para confirmar as observações superficiais feitas por Noffke. E a pesquisadora é a primeira a admitir que os traços poderiam ter sido produzidos por processos abióticos (ou seja, que não envolvem organismos vivos). Mas ela em particular não parece convencida de que seja o caso, dadas as semelhanças com formações estudadas na Terra. “Essa similaridade de associações marcianas e terrestres e sua mudança ao longo do tempo seriam outra extraordinária coincidência, se seus processos de formação forem diferentes.”

E agora, vamos ficar sem saber? Nem tudo está perdido. O Curiosity está explorando as imediações do monte Sharp, muito rico em rochas sedimentares, em tese também propícias à preservação de registros fósseis. Tendo isso em vista, Noffke termina seu artigo apresentando o “passo a passo” para que os pesquisadores da Nasa possam procurar novos traços de Miss e desta vez se detenham mais diante deles, realizando análises químicas que possam confirmar sua origem biológica. De acordo com a pesquisadora, os minerais presentes podem dar pistas importantes. “Em Marte, poderia haver, em estruturas candidatas, uma combinação muito diferente de minerais que é claramente divergente da mineralogia das rochas circundantes e poderia indicar biogenicidade.”

Diversos instrumentos do Curiosity poderiam procurar esses sinais. Mas talvez uma conclusão definitiva só possa ser obtida quando rochas como essas forem trazidas de Marte para a Terra. Uma missão robótica de retorno de amostras é basicamente o clamor de todos os astrobiólogos, mas ainda não está no cronograma de nenhuma agência espacial.
Apesar disso, a descoberta de sinais de vida, ainda que extinta, em Marte parece cada vez mais próxima. No fim do ano passado, o Curiosity detectou pela primeira vez plumas de metano — um gás que pode ou não estar associado a atividade biológica — emanando do solo do planeta vermelho. Sua posterior investigação é um possível caminho para a busca pelos marcianos. Noffke, agora, abre uma segunda rota. Quanto mais trilhas a seguir, maior a chance de sucesso.
Talvez você não se anime muito com o que seriam apenas criaturas unicelulares. Quem se importa com bactérias? Bem, note que a descoberta de vida extraterrestre, de qualquer tipo, já trará consigo uma revolução. Ela confirmará a desconfiança dos cientistas de que a biologia emerge sempre que as condições são favoráveis. Se aconteceu até em Marte, um planeta apenas marginalmente habitável, que não diremos de outros mundos fora do Sistema Solar que sejam similares à Terra?


Fonte: http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/2015/01/05/encontramos-fosseis-em-marte/

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

5 sinais de vida em marte...


bactérias fossilizadas encontradas em meteorito marciano na Terra
bactérias fossilizadas encontradas em meteorito marciano na Terra

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Vida em Marte: Terra + água + atmosfera = vida complexa que se espalhou pelo sistema solar









Estão a nos dizer em doses homeopáticas o que sugiro aqui no blog há algum tempo, acredito que a vida aqui da terra veio de Marte, onde existiu, uma grande civilização que colonizou o sistema solar, enfrentou inimigos poderosos e por fim sucumbiu diante das forças da natureza. Transferindo-se, talvez,  para a Terra onde originou as lendárias primeiras grandes civilizações como Atlântida, Lemúria, Hiperbórea, Mu e outras mais; cujo destino nos é privado o conhecimento, mas nas profundezas do oceano se pode ainda encontrar vestígios de suas imensas construções e monumentos colossais submersos até os dias de hoje, como se pode observar no vídeo abaixo:



domingo, 6 de outubro de 2013

Supervulcões podem ter criado condição para vida em Marte



Explosões gigantescas de vulcões em Marte há 3,5 bilhões de anos podem ter criado as condições para o desenvolvimento de vida no planeta, segundo pesquisadores.
Em um estudo publicado na última edição da revista científica Nature, os cientistas Joseph Michalski, do Museu de História Natural de Londres, e Jacob Bleacher, do Instituto de Ciência Planetária de Tucson, no Arizona, afirmam que as erupções teriam expelido bilhões de bilhões de toneladas de rochas e cinzas.
Os gases expelidos teriam influenciado na geração de uma atmosfera espessa no planeta e alterado o clima local.
Também teria expelido quantidades consideráveis de água e de elementos essenciais para a vida.
Bombas atômicas Supervulcão é um termo informal para descrever uma enorme erupção que expele mais de mil quilômetros cúbicos de rochas e cinzas.
Cada uma dessas erupções teria a força de mais de um milhão de bombas atômicas.
A Terra também teve seus supervulcões no passado. O Parque Nacional de Yellowstone, nos Estados Unidos, estaria situado sobre um desses antigos supervulcões.
Segundo os cientistas, suas descobertas poderão ser testadas pelo robô Curiosity, que está explorando o planeta vermelho e se dirige agora para uma grande montanha no meio de uma cratera no equador de Marte.

fonte : BBC news

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Cientista sugere que vida começou em Marte antes de chegar à Terra - Seria a Terra uma imensa arca de Noé?



fonte: euronews.pt
do site Terra.com.br - Um estudo apresentado em uma conferência científica sugere que a vida pode ter começado em Marte antes de chegar à Terra. A teoria foi apresentada pelo químico Steven Benner, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Westheimer (EUA), em na Conferência de Goldschmidt, em Florença, na Itália. 
A forma como átomos se juntaram pela primeira vez para formar os três componentes moleculares dos seres vivos - RNA, DNA e proteínas - sempre foi alvo de especulação acadêmica.
As moléculas não são as mais complexas que aparecem na natureza, ainda assim não se sabe como elas surgiram. Acredita-se que o RNA (ácido ribonucleico) foi o primeiro a surgir na Terra, há mais de três bilhões de anos.
Hostil
Uma possibilidade para a formação do RNA a partir de átomos, como carbono, seria o uso de energia (calor ou luz). No entanto, isso produz apenas alcatrão.




Para criação do RNA, os átomos precisam ser alinhados de forma especial em superfícies cristalinas de minerais. Mas esses minerais teriam se dissolvido nos oceanos da Terra naquela época.
Benner diz que esses minerais eram abundantes em Marte. Ele sugere que a vida teria surgido primeiro em Marte, seguindo para a Terra em meteoritos.
Na conferência em Florença, o cientista apresentou resultados sugerindo que minerais que contém elementos como boro e molibdênio são fundamentais na formação da vida a partir dos átomos.
Ele diz que os minerais de boro ajudam na criação de aros de carboidrato, gerando químicos que são posteriormente realinhados pelo molibdênio. Assim surge o RNA. O ambiente da Terra, nos primeiros anos do planeta, seria hostil aos minerais de boro e ao molibdênio.
"É apenas quando o molibdênio se torna altamente oxidado que ele é capaz de influenciar na formação da vida", diz Benner. "Esta forma de molibdênio não existira na Terra quando a vida surgiu, porque há três bilhões de anos a Terra tinha muito pouco oxigênio. Mas Marte tinha bastante."
Segundo ele, isso é "outro sinal que torna mais provável que a vida na Terra tenha chegado por um meteorito que veio de Marte, em vez de surgido no nosso planeta".
Outro fator que reforçaria a tese é o clima seco de Marte, mais propício para o surgimento de vida. "As evidências parecem estar indicando que somos todos marcianos, na verdade, e que a vida veio de Marte à Terra em uma rocha", disse Benner à BBC.
"Por sorte, acabamos aqui - já que a Terra certamente é o melhor entre os dois planetas para sustentar vida. Se nossos hipotéticos ancestrais marcianos tivessem ficado no seu planeta, talvez nós não tivéssemos uma história para contar hoje."

segunda-feira, 15 de julho de 2013

National Geographic - Vida em Marte - Revelações

terça-feira, 23 de abril de 2013

A Lua é habitada? - Cratera Van de Graaff - na Lua.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Discovery News - Intraterrestrials: Mars Life May Hide Deep Below



Intraterrestrials: Mars Life May Hide Deep Below

APR 8, 2013 01:11 PM ET // BY RAY VILLARD



Almost every month we see news dispatches from Mars, where the nuclear-powered rover Curiosity finds water-bearing minerals in rocks and other circumstantial clues that the Red Planet could have once supported life.

But in terms of finding direct evidence of past or present Martians, the rover barely scratches the surface, says geochemist Jan Amend of the University of Southern California. Amend spoke at the Space Telescope Science Institute in Baltimore, Md., on April 5. (You can watch a video of the research presentation here.)

PHOTOS: Curiosity Drills Hole Into Mars Rock

Curiosity’s drill can, at best, penetrate a few inches into the crust of Mars rock. Amend’s guess is that life has buried itself deep into the Martian crust a half-mile or more beneath the withering orange surface. Even if the ancient streams or lakes on Mars evaporated, there could very likely still be substantial reservoirs of water, in either liquid or frozen form, in the subsurface.

Amend’s lab at the University of Southern California studies microbial chemistry in ocean hydrothermal vents. Recently, NASA funded his astrobiology team to do experiments searching for life deep underground as a guide to hunting for extraterrestrial life on neighboring planets and moons.

The project also includes collaborating scientists from Caltech, JPL, Japan’s Agency for Marine-Earth Science and Technology, and several other U.S. research institutions, including Arizona State University and Rensselaer Polytechnic Institute.

It’s estimated that one-third of Earth’s carbon biomass is locked away beneath the crust. The team is going far beneath the sedimentation at the bottom of Earth’s oceans and into porous rock to look for life. Destinations are the Mid-Atlantic ocean floor — more than two and a half miles below the water’s surface. More Mars-like conditions call for borrowing a half mile into deep mine shafts in locations in the continental United States, including, ironically, Death Valley in California.

This region beneath Earth’s deserts is just about as alien as Mars — but much more reachable. It is completely unknown how much life or what kinds of new life forms are down there in a pitch-black, rocky, high-pressure, low-nutrient environment. “We are going to biotic fringe to look for new organisms,” says Amend.

Top 10 Places To Find Alien Life

The idea of an underground biosphere was popularized in Jules Verne’s 1864 novel, “A Journey to the Center of the Earth.” Perhaps inspired by Charles Darwin’s emerging theory of evolution, Verne describes his geologist explorers finding Earth’s interior alive with prehistoric plants and animals. Now, Earth’s subsurface frontier will help scientists test ways to look for subterranean life on other worlds.

Over the next five years, Amend will drop eight-foot long torpedo-shaped biology probes, called SEALs (Subsurface Explorer for Assessment of Life), down boreholes and mine shafts. He will try to catch a glimpse of any organisms that dwell thousands of feet below the surface. They’ve been dubbed “intraterrestrials.”

New life detection technologies being developed for the exploration of the deep biosphere could be precursors to what might be dispatched to other planets and moons someday. This includes a miniaturized ultraviolet microscope to detect bioluminescence. The probes will look for microbes, collect data on understanding them, and try to grow them in situ (as was done on the Viking Mars lander experiments in 1976). Other samples will be brought back to labs for analysis. The ultimate goal is to learn more about the range of conditions that support life on our planet.



Among other microorganisms, his research so far has foundFirmicutes, spore-forming bacteria that survive in extreme environments. Most intriguing of all is the microbe Desulforudis Audaxviator (pictured here) that dwells nearly two miles down. This bacteria is one of very few known to survive without sunlight, oxygen or organic compounds. It has existed for millions of years on chemical food sources that are derived from the radioactive decay of minerals.

“This organism has had to figure out everything on its own,” says Amend. “It splits water into hydrogen and oxygen for metabolism.”

The bacteria is a loner at these depths; its DNA makeup is 99 percent of just one species. It seems like the bug would feel right at home on Mars.

NEWS: Next Mars Lander Will Drill into the Red Planet

Getting to such deep dwellers on Mars would require that a drilling rig be transported to the Red Planet. This could be a prime activity accompanying a future manned mission to Mars.

In the absence of human spaceflight, perhaps someday a brawny, artificially intelligent, robotic deep-drill assembly could be soft-landed, using some of the science instrumentation developed by Amend’s team.

Unlike on Earth, a Mars drill would not be able to go through mud, water or probably even gas pressure to carry the cuttings away from the drilling bit. Engineers will need to develop new methods for fluidless drilling. The Mars drill will need an effective means of keeping the hole open without the use of heavy steel casings.



A creative alternative is to develop a robotic mole that burrows deep into the ground by pulverizing rock and soil. You might name it Digger after Fox-TV’s NASCAR cartoon gopher.

In 2007, NASA discovered what looks like skylight entrances into subterranean caverns on Mars (pictured right). They are located on the flanks of the volcano Arsia Mons, which is 30 times the volume of Mauna Loa in Hawaii, the largest volcano on the Earth. These collapsed pits might offer a tunnel into subsurface voids. This could open a passageway to a 21st century spinoff of the Verne novel: “Journey to the Center of Mars.”

Image credits: NASA, Southam, G. (University of Queensland); Wanger, G. (J. Craig Venter Institute)

quinta-feira, 21 de março de 2013

ESA - Traços de vida marciana: Gelo em marte

Percebam que o título do vídeo sugere que existem traços de vida em marte, ou seja, existiu ou existe vida lá.



quarta-feira, 13 de março de 2013

Marte está habitado - Alfred L. Webre

Cydonia Mensae - Evidência de civilização em Marte





MARTE ESTÁ HABITADO?

Por Editor VOPUS

Entrevista com Alfred L. Webre, diretor do Instituto para a Cooperação no Espaço (ICIS)


Tenho 67 anos. Nasci em uma base naval da Flórida durante a Segunda Guerra Mundial. Vivo em Vancouver. Sou Doutor em Direito, juiz do Tribunal de Kuala Lumpur sobre Crimes de Guerra. Casado, tenho um filho e duas enteadas. Vivemos em um universo de origem inteligente


Existem provas de que há civilizações éticas mais avançadas que a nossa, que participam no processo do nosso desenvolvimento.


Dê-me provas.

Declarações de funcionários do governo dos Estados Unidos que testemunharam haver participado de programas secretos de relações com certas civilizações extraterrestres.

Isso significa que já houve contato com extraterrestres?

Sim, desde os anos cinquenta o governo dos Estados Unidos, segundo estas testemunhas, tem estado trabalhando secretamente com eles.
?

Andrew Basiago, filho de um oficial da CIA, foi alistado aos sete anos em um programa secreto para meninos superdotados aos quais treinavam para serem embaixadores diante de raças extraterrestres.

Algum contato?

Teve um encontro com três astronautas do planeta Marte. Em janeiro de 2009, Virgínia Olds, funcionária da CIA, confirmou que a CIA sabe que há uma civilização humanoide que vive sob a superfície de Marte.

?

Cremos que no ano 9500 a.C. fragmentos da supernova Vela entraram no Sistema Solar e destroçaram a ecologia de Marte. Os marcianos, uns 1.500 anos mais avançados que nós, ética e tecnologicamente, se refugiaram debaixo da terra.

Em dezembro de 2008 publicamos um informe que inclui fotografias tiradas pelo robô da NASA "Rover Spirit” nas que se identificam certa espécie de humanoides, animais e estruturas na superfície de Marte. Você pode vê-lo em Exopolitics.com.

Há três astronautas que afirmam haver visto vida extraterrestre.


Sim, Buzz Aldrin, que viajou no Apollo XI, disse que quando chegaram à Lua em 1969 havia duas grandes naves extraterrestres ao redor da grande cratera. Sua versão foi verificada por altos cargos da NASA.

Estou atônita.

O doutor Steven Greer, diretor do Disclosure Project, recolheu mais de 500 depoimentos militares, governamentais e de inteligência de alta classe que são testemunhas da presença extraterrestre e que se fizeram públicos em maio de 2009 no Clube Nacional de Imprensa de Washington.

México, Chile, Brasil e Peru tornaram públicos seus arquivos sobre ovnis.

Recentemente França, Suécia, Dinamarca e Reino Unido trouxeram à tona 7.200 processos de ovnis recopilados por D155, unidade secreta do Ministério de Defesa.

Por que não divulgar a vida em Marte?
Por questões políticas. Vamos interpor uma ação fundamentando-nos nas leis de liberdade de informação para que a NASA reconheça a vida inteligente em Marte.

E por que eles mesmos, os marcianos, não se apresentam na sociedade?


O nosso planeta é de ordem inferior, que supomos estar sob uma quarentena imposta pelo governo do universo.

E essa quarentena termina agora...

Cremos que as civilizações éticas extraterrestres usaram o fenômeno ovni para irmos acostumando com sua existência, e entre 2010 e 2020 poderemos começar a ter relações abertas com essas civilizações.
E o primeiro contato será com os marcianos? 


Sim, porque há muitas vantagens mútuas. Eles podem nos dar tecnologias e conhecimentos e nós temos um planeta verde precioso ao qual poderão emigrar.


Como funciona o universo?

Há muitas dimensões e universos paralelos ao nosso. Algumas civilizações extraterrestres vêm de outra dimensão, outro universo paralelo, por isso os ovnis podem aparecer e desaparecer.

Como são essas civilizações mais evoluídas?

Parece que vivemos num universo organizado e as civilizações mais éticas conseguiram dominar a dimensão tempo e são elas as que provavelmente desenvolvem nossa realidade.

... Então o tornam inevitável.


Segundo algumas teorias estamos evoluindo de forma acelerada para abandonar a economia de guerra permanente e ir para uma economia sustentável. A consciência humana se desenvolve para entrar na idade universal e para relacionar-se abertamente com essas outras civilizações.

... Poderiam nos dar uma mãozinha.


Existe uma diretriz primária: não interferir na evolução de uma civilização em outro planeta. Mas em muito pouco tempo o homem vai aprender a usar a teletransportação quântica e a tirar energia do espaço. Estamos numa era de transição na que devemos decidir se vamos à destruição ou à evolução.

Seu trabalho consiste em estudar o grande governo do universo?


A Exopolítica é uma ciência social que estuda as relações entre nossa civilização humana e outras civilizações inteligentes no universo. Um dos nossos primeiros passos para a diplomacia universal será através da civilização marciana.


Entendo.

Pessoalmente trabalho com o doutor Norman Miranda, chefe de gabinete do presidente da Assembléia Geral da ONU, para que a ONU represente a Terra perante a civilização de Marte.


É provável que esta entrevista cause em vocês tanta perplexidade como causou em mim, mas considerem as credenciais dos que participaram na Cúpula Européia de Exopolítica 2009 - astronautas da NASA e da Agência Espacial Russa que afirmam que houve contato com civilizações extraterrestres - e do seu organizador, Webre, autor de Exopolítica (editorial Vesica Piscis), advogado geral da Agência de Proteção Meio-ambiental de Nova York e assessor da Fundação Ford, ex-professor de economia em Yale e na Universidade do Texas, delegado na convenção democrata do Texas de 1996 (Clinton-Gore). Fala de uma realidade marciana. Se for verdade: ocorrerá o mesmo em escala galáctica?


Editado por: La Vanguardia.


fonte: http://www.vopus.org/pt/gnose/artigos-interessantes/marte-esta-habitado.html
















fonte: http://www.vopus.org/pt/gnose/artigos-interessantes/marte-esta-habitado.html


domingo, 10 de março de 2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Russian Times - Alga fossilizada em meteorito, prova de vida alienígena?


Rock solid proof of alien life? Scientists claim fossilized algae inside meteorite

Published: 19 January, 2013, 05:04
Edited: 19 January, 2013, 08:36
An example of a supposedly fossilized diatom (Image from www.journalofcosmology.com)
An example of a supposedly fossilized diatom (Image from www.journalofcosmology.com)
Fossilized algae recently discovered inside a Sri Lankan meteorite could finally prove the existence of extra-terrestrial life, claim the authors of the new paper.
In a recently published article in the Journal of Cosmology titled “Fossil Diatoms in a New Carbonaceous Meteorite”, scientists from the UK and Sri Lanka claim to have found fossilized algae in a meteorite.
The paper alleges that “microscopic fossilized diatoms were found in the sample,” which fell in Sri Lanka in December last year. The finding, the work suggests is a “strong evidence to support the theory of cometary panspermia.” The theory argues that life across planets is spread by meteorites and asteroids.  Panspermia suggests that life could have existed on another planet and moved to Earth.
The scientists concluded the paper by saying “the presence of structures of this kind in any extra-terrestrial setting could be construed as unequivocal proof of biology.”
Samples from the rock were collected immediately after a large meteorite disintegrated and fell in the village of Araganwila in Sri Lanka on 29 December 2012.
The scientific community, including Prof Francis Thackeray from the Institute of Human Evolution at Wits University welcomed the report as  “very exciting” yet “very controversial”, as samples could have been contaminated on earth, Business Day reports.
Comparison of a Polonnaruwa meteorite structure with a well-known terrestrial diatom. (Image from www.journalofcosmology.com)
Comparison of a Polonnaruwa meteorite structure with a well-known terrestrial diatom. (Image from www.journalofcosmology.com)
The study was conducted by a group headed by Chandra Wickramasinghe, the director of the Buckingham Centre for Astrobiology at the University of Buckingham, who was also a co-founder of Panspermia theory.
The finding however has already come under sharp criticism, with astronomers claiming that the meteorite looks more like a rock that could be found on earth as the study provides vague details of the finding.
Astronomer and lecturer Phil Plait wrote in his blog on Slate that the chemical analysis presented “doesn’t prove it’s a carbonaceous chondrite, let alone a meteorite,” and there is “no reason to trust that what they have is a meteorite.”
Plait also cited a professor of ecology and evolutionary biology Patrick Kociolek as saying that there was no sign that the diatoms illustrated in the study were “fossilized material,” and that most of them were species that represented “a clear case of contamination with freshwater.”
Speaking with HuffingtonPost, the author of the study did not deny that the meteorite his team studied contained known freshwater species from Earth. But there were also “at least half a dozen species that diatom experts have not been able to identify,” Wickramasinghe added.
He also addressed the allegations that the meteorite could be a simple rock, saying that “from all the evidence” his group possessed – which they plan to publish – they “have no doubt whatsoever” it was a meteorite.
“If only ideas that are considered orthodox are given support through award of grants or publication opportunities, it is certain that the progress of science will be stifled as it was throughout the middle ages,” Wickramasinghe said.
(Image from www.journalofcosmology.com)
(Image from www.journalofcosmology.com)
(Image from www.journalofcosmology.com)
(Image from www.journalofcosmology.com)

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

G1 notícias - Sonda da Nasa encontra evidências de antigo lago subterrâneo em Marte


21/01/2013 08h37 - Atualizado em 21/01/2013 08h37

Sonda da Nasa encontra evidências de antigo lago subterrâneo em Marte

Características geológicas em cratera foram captadas pela sonda MRO.
Observações sugerem formação de carbonatos e argila, informou a Nasa.

Do G1, com agências internacionais*
Uma sonda da Agência espacial americana (Nasa) que orbita Marte encontrou evidências da existência de um antigo lago de cratera alimentado por águas subterrâneas, o que respalda as teorias de que o planeta vermelho pode ter abrigado vida, de acordo com informações publicadas neste domingo (20) na revista "Nature Geoscience".
Informações da sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) mostram vestígios de carbonato e minerais de argila, geralmente formados na presença de água, na parte inferior da cratera McLaughlin, a 2,2 quilômetros de profundidade.
"Estas novas observações sugerem a formação de carbonatos e argila em um lago alimentado por águas subterrâneas na bacia fechada da cratera", informou a Nasa.
Segundo o comunicado da Nasa, "algumas pesquisas propõem que o interior da cratera captura água" e que "na zona subterrânea podem ter existido ambientes úmidos e potenciais habitats". "A cratera carece de canais de grande afluência, por isso, o lago era provavelmente alimentado por águas subterrâneas", disseram os cientistas.

Para ler mais notícias do G1 Ciência e Saúde, clique em g1.globo.com/ciencia-e-saude. Siga também o G1 Ciência e Saúde no Twitter e por RSS.
As setas apontam para camadas de argila e carbonato em área que pode ter sido lago em Marte (Foto: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)

As setas apontam para camadas de minerais de argila e carbonato em áreas que podem ter abrigado lago em Marte (Foto: NASA/JPL-Caltech/Univ. of Arizona)

Fonte: G1 - caderno de Ciência e saúde.
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/01/sonda-da-nasa-encontra-evidencias-de-antigo-lago-subterraneo-em-marte.html

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Curiosity - Revelações começam a surgir...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Evidências de que há vida em Marte agora!

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

vida inteligente em Marte? será possível?

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Afinal de contas, Marte poderia ser Habitado?



Os Annunaki disseram que sim...

fonte: ufoevidence101

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Vida em Marte? Já estamos quase lá...

Observador. Tecnologia do Blogger.

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